
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), recebeu alta do Hospital Albert Einstein neste domingo (03/08), após passar por uma radioablação por ultrassonografia para tratar um nódulo na tireoide. O procedimento, considerado minimamente invasivo, foi realizado na tarde do mesmo dia.
A alta foi confirmada pelo governo de São Paulo, que destaca que Tarcísio retomou sua agenda com despachos internos nesta segunda-feira (4), no Palácio dos Bandeirantes. Questionada, a gestão não confirmou quando ele vai retomar os compromissos externos, enfatizando apenas que as agendas são divulgadas diariamente.
O professor Flávio Hojaij, especialista em cirurgia de cabeça e pescoço e associado do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da USP, explicou que o procedimento é uma alternativa à cirurgia tradicional. “Você coloca uma agulha e com uma fonte de energia, no caso pode ser ondas de micro-ondas ou uma onda de radioablação, radiofrequência, você vai e ‘queima’ o nódulo. Esse é o modo leigo de explicar. Você destrói o nódulo por uso de energia”, afirmou.
Ausência em ato bolsonarista gera críticas
O procedimento realizado pelo governador Tarcísio de Freitas coincidiu com o ato bolsonarista realizado na avenida Paulista, no domingo (3), o que impediu sua participação no evento. A ausência foi criticada pelo pastor Silas Malafaia, um dos organizadores, que chegou a questionar publicamente os motivos do governador.
No entanto, Tarcísio não foi o único nome de destaque do entorno bolsonarista a não comparecer. Michelle Bolsonaro (PL), esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro e cotada como possível candidata nas próximas eleições, participou de um ato paralelo em Belém (PA), onde também cumpriu agenda relacionada ao PL Mulheres. Governadores de outros Estados e também citados como opções em 2026, como Romeu Zema, de Minas Gerais, Ronaldo Caiado, de Goiás, e Ratinho Júnior, do Paraná, também não compareceram.
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