
O candidato à Presidência pelo partido Novo, Romeu Zema, afirmou nesta terça-feira (04/08), que existem “três frutas podres” no Supremo Tribunal Federal (STF) que precisam ser “eliminadas”. “Não só para dar credibilidade ao Supremo, como também para dar credibilidade ao Brasil e resgatar a dignidade do brasileiro”, disse ele em coletiva após participar da sabatina com presidenciáveis organizada pela G4 Educação e pelo site O Antagonista, em São Paulo.
Questionado sobre quem seriam esses nomes, Zema disse que “todo mundo sabe”. “O que a esposa fez um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master”, afirmou, em referência ao ministro Alexandre de Moraes. “O que fez uma transação de R$ 35 milhões do hotel Tayayá”, em referência a Dias Toffoli. “E o outro que faz congressos patrocinados por banqueiro bandido”, em referência a Gilmar Mendes, realizador do Fórum Jurídico de Lisboa.
“Todos os três pegaram carona nos jatinhos do banqueiro bandido. Isso é uma vergonha para o Brasil. Isso é um tapa na cara do brasileiro. Nós temos que mudar isso. O brasileiro não consegue pagar o supermercado e há ministro que usa o cargo, pelo qual já é bem remunerado, para fazer contrato de R$ 129 milhões para a esposa”, criticou Zema.
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