
O juiz Giordano Resende Costa, da 4ª Vara Cível de Brasília, negou o pedido do advogado Willer Tomaz e de sua empresa, a WT Administração de Imóveis e Bens, para obrigar o jogador Richarlison a apagar publicações sobre o caso que envolve o advogado e uma ilha em Angra dos Reis (RJ).
A reportagem solicitou o posicionamento de Willer por meio de sua assessoria de imprensa, mas não obteve resposta até o fechamento deste texto, no fim da noite de quinta-feira (29/10).
O jogador, ex-integrante da Seleção Brasileira, acusa o senador e candidato derrotado na eleição para presidente da República deste ano, Flávio Bolsonaro, e Willer de tomar a ilha em Angra sem pagar pelo imóvel.
Richarlison fez várias postagens sobre o tema em seu Instagram.
Em uma publicação feita na quarta-feira (21), ele afirma que comprou a área na Ilha Comprida em outubro de 2020 e que a Justiça do Rio de Janeiro validou a posse.
Na legenda, ele completou: “O nosso pedido de regularização foi jogado na gaveta do Governo Federal (SPU) por 10 meses. Enquanto isso, o grupo do advogado ressuscitou uma empresa (inapta desde 2018), com sócios já falecidos, e ludibriou uma viúva de 78 anos para tomar a nossa ilha.”
Richarlison também mostrou na publicação decisões judiciais, contratos e uma captura de tela de uma suposta conversa com Flávio Bolsonaro, na qual pede a devolução de seu dinheiro.
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