O vereador de Diadema Josa Queiroz (PT) é pré-candidato a deputado pela segunda vez. Após os mais de 57 mil votos o colocaram na segunda suplência, o parlamentar busca novas alianças na nova tentativa de chegar na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). Ao RD Cast, o petista relatou que apesar da busca de votos em várias regiões, a sua ideia é conseguir fazer com que Diadema tenha “um deputado para chamar de seu.”.
Josa conquistou um pouco mais de 31 mil votos na cidade em 2022. E nesse ano conseguiu ter mais tempo para se preparar. Principalmente para as articulações de dobradas com pré-candidatos a deputado federal. Segundo o vereador, 10 acordos estão concretizados e mais quatro podem acontecer até o início da campanha, em agosto.
“Tivemos mais tempo para organizar isso, o que facilita bastante. Mais do que o tempo, nós acabamos herdando, em função da disputa de 2022, todo um histórico eleitoral que possibilitou que desde o ano passado a gente retomasse diálogos e discussões.”, disse.
Ao ser questionado sobre os nomes que recebem apoio do prefeito de Diadema, Taka Yamauchi (MDB), Josa considera que os apoiados não contam com o “DNA de Diadema”, ou seja, que na sua visão não sabem dos problemas da cidade com detalhes.

“Lançar candidato com apoio da gestão não é ter o DNA de Diadema. Então o Taka, evidentemente, ele tem algumas apostas que está fazendo em candidaturas da região, mas que não tem o DNA da cidade, que não conhece a cidade, que não conhece os problemas da cidade, que não estão identificados com as pautas locais da cidade. Isso acaba colocando esses candidatos numa condição de ter de fazer o debate local. Para mim, é tudo o que eu quero na vida, debater a nossa realidade.”, explicou.
Entre os principais pontos de debate sobre a cidade está o futuro de alguns setores como a Saúde. Josa Queiroz criticou a mudança de nome do então Quarteirão da Saúde e que agora foi denominado como Viva + Diadema. Segundo o petista, o local vivaria um AME (Ambulatório Médico de Especialidades). Porém, perderia valores repassados pelo Governo Federal, pois um AME pertence a rede estadual.
O vereador considera que o ideal seria pensar mais no atendimento do dia a dia e em como o equipamento pode potencializar toda a rede. Algo que também considera que seja necessário em relação ao novo hospital.
RD – Jornal Repórter Diário Notícias sobre o ABC. Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra
