
Para marcar os 30 anos da urna eletrônica no Brasil, a agência de publicidade e propaganda, Octopus, criou uma personagem inédita batizada de Pilili. O mascote foi criado para integrar as estratégias de comunicação da Justiça Eleitoral. Além disso, a criação representa um novo ativo de marca institucional, pensado para ampliar a conexão com o público e traduzir, de forma acessível, valores como segurança, transparência e confiabilidade do sistema eleitoral.
A apresentação oficial aconteceu nesta segunda-feira (4/5), na sede do Tribunal Superior Eleitoral, em um evento que marcou o início da presença pública da personagem.
A personagem foi idealizada a partir de estudos de linguagem visual, comportamento e identificação simbólica com a população brasileira. “O nome “Pilili” nasce do som característico emitido pela urna eletrônica no momento da confirmação do voto, um elemento sonoro já incorporado ao imaginário coletivo e ressignificado como identidade afetiva”, explica Larissa Ferrari, co-CEO da Octopus.
Com traços simples, expressivos e versáteis, Pilili foi desenhada para transitar em diferentes formatos e plataformas, o que permite a sua aplicação em campanhas institucionais, ações educativas e iniciativas de engajamento.
Reconhecida internacionalmente, a urna eletrônica brasileira segue em constante evolução, com aprimoramentos tecnológicos e testes públicos de segurança. A partir de agora, Pilili passa a protagonizar campanhas e ações de comunicação da Justiça Eleitoral, se consolidando como um ícone institucional. “Como ícone de proteção e confiabilidade, ela reflete a trajetória de uma invenção 100% nacional que, há 30 anos, mudou para sempre a história das eleições”, destaca Larissa.
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