
Pedir comida pelo celular, solicitar uma carona, usar o GPS e pesquisar restaurantes são algumas das atividades que alunos da Escola Digital para a Melhor Idade, oferecida pela Fundação Florestan Fernandes, em Diadema, aprendem a realizar com mais segurança e autonomia.
A formação é voltada ao público mais experiente e faz parte das iniciativas da escola profissionalizante municipal, vinculada à Prefeitura de Diadema, para ampliar o acesso à tecnologia.
Aos 64 anos, Nivaldo Rodrigues Torres concluiu o curso e conta que descobriu novas possibilidades no uso do celular. “Às vezes, a gente acha que usar essas facilidades modernas é um bicho de sete cabeças. Mas o curso me ajudou a pedir comida, fazer compras, identificar um site que é falso, me localizar usando o GPS, usar o calendário do celular. Coisas simples que a gente nem imaginava que tinha nas mãos”, compartilhou.
A esposa dele, Neide Aparecida Vieira Torres, de 59 anos, também participou da formação e passou a utilizar os conhecimentos no dia a dia, especialmente para resolver questões que exigem o uso de aplicativos.
“Tem me ajudado muito para enviar documentações, fazer uma assinatura digital, marcar consulta, mexer com o plano de saúde, tudo isso usando aplicativo de celular”, contou.
Os relatos mostram como a inclusão digital pode facilitar tarefas cotidianas, ampliar o acesso a serviços e contribuir para a independência de pessoas com mais idade.
RD – Jornal Repórter Diário Notícias sobre o ABC. Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra
