
O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, comentou a polêmica da arbitragem na vitória da Argentina sobre o Egito, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Durante a apresentação de um plano para modernizar o sistema de ônibus da cidade, ele afirmou que a seleção egípcia foi “roubada” na derrota por 3 a 2 e voltou a criticar a decisão que anulou um gol da equipe africana após revisão do VAR.
Ao ser questionado por uma jornalista sobre como aproveitaria os cerca de seis minutos que os passageiros economizariam diariamente com as mudanças propostas pela prefeitura, Mamdani usou o confronto do Mundial para responder.
“Eu provavelmente só ficaria vendo de novo e de novo os replays de como o Egito foi roubado ontem”, afirmou.
Na sequência da entrevista, enquanto detalhava os benefícios do projeto de mobilidade urbana, o prefeito voltou a mencionar o jogo e reforçou a crítica à arbitragem. “Significa tomar café da manhã com a sua família. Significa chegar em casa na hora de dormir. Significa concordar com seus amigos que o Egito foi roubado. Se era para marcar falta naquele primeiro gol anulado”, declarou.
O confronto ficou marcado por um dos lances mais controversos desta edição da Copa do Mundo. No segundo tempo, Mostafa Zico balançou as redes e ampliou a vantagem egípcia, mas o gol foi anulado após o árbitro francês François Letexier ser chamado pelo VAR.
A revisão apontou uma falta cometida pelo Egito mais de 20 segundos antes da conclusão da jogada. Com o lance invalidado, a Argentina permaneceu no jogo, virou o placar para 3 a 2 e avançou às quartas de final.
Inconformada com a decisão, a Federação Egípcia de Futebol (EFA) apresentou uma reclamação formal à Fifa contra a equipe de arbitragem. A entidade sustenta que houve erros determinantes na condução da partida e questiona a utilização do VAR no lance que mudou o rumo do confronto.
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