O prefeito de Mauá, Marcelo Oliveira (PT), definiu qual será o seu papel nas eleições gerais desse ano. Ao RD Cast, o petista afirmou que focará na ajuda e coordenação das futuras de campanhas de Fernando Haddad (PT) ao Governo do Estado e de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Governo Federal. Apesar desse cenário, Oliveira não deixará de lado os aliados que buscam vagas na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) e na Câmara dos Deputados.
Marcelo está na equipe de coordenação do programa de governo de Haddad. Tal grupo vai debater as principais ações que serão apresentadas a partir de agosto. O prefeito também quer colocar à disposição programas realizados em Mauá e que, na sua ótica, podem seguir para o Estado.
“Está na hora do PT governar, do povo dar oportunidade para o PT governar o Estado de São Paulo para mostrar como nós podemos implementar políticas públicas para melhorar a qualidade de vida do nosso povo. De ter a porta aberta para as pessoas conversarem. Os problemas estão nos municípios e o recurso está no governo federal e no governo de Estado. Por que nós vamos, às vezes, com pires na mão, pedir ajuda? Essa ajuda não é para o prefeito. Essa ajuda é para o nosso povo.”, diz.

Sobre os deputados, Marcelo vai apoiar inicialmente a tentativa de reeleição do deputado estadual Rômulo Fernandes e dos pré-candidatos a deputado federal Moisés Selerges e Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (todos do PT). Mas também quer apoiar outros nomes que ajudaram a cidade com recursos, inclusive alguns de fora da região e de outras legendas.
No caso de Fernandes, Marcelo entende que a luta para o melhor atendimento as pessoas que se viciaram em jogos como os cassinos online e as BETs, além de uma defesa mais atuante em relação do Polo Petroquímico, fazem com que o colega de partido ganhe uma importância nos principais temas da cidade.
“Tem feito uma luta também, junto conosco aí do Consórcio Intermunicipal, da questão do hospital regional. Também, da frente parlamentar, daqui do polo petroquímico e químico, a gente conseguiu mudar o valor do REIQ (Regime Especial da Indústria Química), que era um imposto que a gente precisava ajustar. Para a competitividade ser mais justa entre a importação e o que é produzido hoje. Nós temos essa preocupação.”, disse.
RD – Jornal Repórter Diário Notícias sobre o ABC. Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra
