
Com 24 mulheres em posições de liderança e 362 meninas atendidas em seus projetos em 2025, o Instituto SECI, em Santo André, consolida o protagonismo feminino como um dos pilares da sua atuação. Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a instituição reforça políticas de equidade e amplia o impacto social por meio do esporte, da cultura e da educação.
A presença feminina está tanto na gestão quanto na execução das atividades. À frente das operações está Odara Mendez, diretora de operações e uma das idealizadoras do Instituto, que participou da estruturação do projeto desde sua criação.
“O protagonismo feminino, para nós, não é discurso. Ele está presente na gestão, na tomada de decisão e na condução dos projetos. Quando ampliamos oportunidades para meninas e mulheres, ampliamos também o impacto social da instituição”, afirma Odara.
As políticas internas do Instituto SECI priorizam equidade, formação continuada e desenvolvimento profissional, em alinhamento com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 (ODS 5), da Organização das Nações Unidas, que propõe igualdade de gênero e empoderamento de mulheres e meninas até 2030. Impacto dentro e fora da instituição.
Entre as ações promovidas pelo Instituto SECI está o “Elas no Gramado”. O festival é um momento de desenvolvimento técnico, incentivo ao esporte e fortalecimento da autoconfiança. Em três edições, o torneio envolveu mais de 600 meninas entre 7 e 16 anos e promove inclusão, disciplina e trabalho em equipe, ao mesmo tempo em que amplia o acesso ao esporte tradicionalmente associado ao público masculino.
Da mesma forma, o futebol bilíngue integra o ensino do esporte à língua inglesa em turmas de futebol feminino. As iniciativas são parte do “Educação em Movimento”, projeto realizado em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, que integra reforço escolar e o futebol educacional. Atualmente, cerca de 135 meninas participam do projeto que integra prática esportiva e reforço pedagógico.
Além dessas iniciativas, os projetos “No Tatame” e “No Mar” também envolvem 130 meninas e adolescentes, que desenvolvem, com diferentes modalidades, como artes marciais e kitesurf, habilidades que refletem no desempenho escolar e na convivência familiar, destacando a parte física e mental, e estimula a autonomia e senso de pertencimento.
A formação integral também passa pela cultura. Em 2025, o projeto “Solta o Som” contou com 97 participantes e ampliou a representatividade feminina e fortalecimento da autoconfiança por meio da música.
RD – Jornal Repórter Diário Notícias sobre o ABC. Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra
