Com materiais cada vez mais arrojados, os forros revestem paredes e tetos com a função de proporcionar conforto e refinar o acabamento. Desenhos e texturas podem dar aspecto diferenciado e arrojado a ambientes, como quartos e salas.
Para a arquiteta de São Bernardo, Amanda Ramos Pinheiro, o forro serve para tirar e disfarçar imperfeições da obra. “Costumo usar o forro para nivelar e trabalhar a aparência da parede ou do teto, e os melhores são os de poliestireno, que são mais resistentes e garantem excelente isolamento acústico”, ensina Amanda. Há, ainda, forros em gesso, madeira, tecido simples e até mesmo com almofadados.
Paula Leme de Lima, arquiteta com escritório em Santo André, conta que o forro se torna fundamental também para quem deseja ter bom projeto luminotécnico. O mais comum e eficiente no caso é o dry wall, também chamado de gesso acartonado, que possui recheio de lã de vidro ou lã de rocha. “São placas grandes que proporcionam um trabalho ágil e a seco, pois são compostas de papelão nas duas faces”, afirma Paula, que enaltece a praticidade do material.
Amanda e Paula dizem que o forro de gesso no teto é coringa em qualquer obra, pois é mais versátil e facilita os projetos que utilizam muitos pontos de iluminação. “Esse material permite formar desenhos decorativos no teto e ousar mais na questão de iluminação”, afirma Amanda. Quem prefere usar forro de tecido nas paredes pode aplicá-lo em dormitórios ou em salas de jantar.
Do clássico ao contemporâneo
Segundo Amanda Ramos Pinheiro, os forros podem ter efeito liso, frisado e curvo, variando de acordo com a personalidade do usuário. Se o projeto tiver ar mais contemporâneo, são indicados aqueles com poucos detalhes. Já para quem quer um estilo mais clássico, pode-se usar frisos ou lambril.
O forro em lambril é composto por réguas de madeira ou gesso que se encaixam e dão um aspecto interessante para casas de praia ou de campo, ou até mesmo para quartos de bebê com a aplicação com muitas cores.
Na hora de escolher o forro, o preço também deve ser levado em consideração. “Os mais baratos são os Eps (poliestireno) e as placas de gesso. Os mais caros são o gesso acartonado e forros acústicos”, ensina Paula. (Colaborou Carolina Neves)
Contatos
Amanda Ramos Pinheiro
Telefone 7754-1170
projetoamanda@terra.com.br
Paula Leme de Lima e Helen Granzote
Telefone 2324-6825
paula@estudioconceito.com.br
RD – Jornal Repórter Diário Notícias sobre o ABC. Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra
