
O Brasil reciclou 4,634 milhões de toneladas de papel em 2025, o equivalente a uma taxa de reciclagem de 60,4% do material. Considerando exclusivamente as embalagens de papel, o índice de reciclagem alcançou 66,9%.
Na comparação com 2024, os dois indicadores apresentaram crescimento: 1,6% na reciclagem de papel e 2% na de embalagens de papel.
Os dados fazem parte de um estudo da Empapel (Associação Brasileira de Embalagens em Papel) e da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores), realizado pela MaxiQuim.
“Quando falamos em recuperação e reciclagem de papel, estamos tratando de uma cadeia que começa no descarte correto, passa pela coleta, separação e retorno do material à indústria”, afirma o embaixador José Carlos da Fonseca Júnior, presidente-executivo da Empapel.
Segundo ele, os números mostram a dimensão desse trabalho e o comprometimento da indústria de papel, que, desde os primórdios, aproveita o potencial das fibras para a fabricação de novos produtos.
Ranking
O estudo também revela que o Brasil está entre os maiores recicladores de papel do mundo. Entre os dez maiores produtores de papel, o país ocupa a sexta posição no índice de reciclagem, atrás de Itália, Coreia do Sul, Japão, Alemanha e Estados Unidos.
A Itália lidera a comparação, com índice de 93,1%, seguida pela Coreia do Sul (85,6%), Japão (81,3%), Alemanha (78,2%) e Estados Unidos (entre 60% e 64%).
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