
Os cursos de Engenharia do Centro Universitário Fundação Santo André (FSA) participam do Cobenge 2026 (Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia), promovido pela Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge).
A instituição apresenta quatro pesquisas durante o evento, que reúne professores, pesquisadores, gestores acadêmicos e representantes da indústria para discutir os rumos da formação em Engenharia no Brasil.
Os trabalhos apresentados pela FSA são:
- Assistente de IA baseado na Taxonomia de Bloom revisada para apoio ao planejamento pedagógico em cursos de Engenharia;
- Ecossistema institucional de IA generativa no Centro Universitário Fundação Santo André;
- Experiências de projetos de extensão junto a entidades públicas desenvolvidos na Faculdade de Engenharia da Fundação Santo André;
- Ciências Sociais e Humanidades na formação sociotécnica: barreiras curriculares e aproximações com práticas regenerativas
Entre os temas discutidos no congresso estão Inteligência Artificial, transformação digital, sustentabilidade, metodologias de ensino, empreendedorismo, internacionalização e integração entre universidades e empresas.
Segundo Mário Gonçalves Garcia Jr., coordenador de área dos cursos de Engenharia, Arquitetura e Química da FSA, a participação permite apresentar pesquisas desenvolvidas na instituição e acompanhar novas práticas na formação de engenheiros.
“O Cobenge é o principal espaço de discussão sobre a formação dos engenheiros brasileiros. A participação de nossos docentes demonstra o compromisso da Fundação Santo André com a melhoria contínua da qualidade do ensino, incorporando metodologias inovadoras, novas tecnologias e experiências que aproximam cada vez mais a graduação das necessidades da indústria e da sociedade”, afirma.
A FSA afirma que seus cursos utilizam metodologias ativas, projetos interdisciplinares, laboratórios e ferramentas de Inteligência Artificial como parte da formação dos estudantes. A instituição também mantém atividades de pesquisa e extensão e parcerias com empresas e centros de inovação.
Para Garcia, a atualização da formação é necessária diante das mudanças provocadas pela automação, digitalização e Inteligência Artificial. “Nossos cursos foram estruturados para formar profissionais capazes de resolver problemas reais. Os estudantes desenvolvem projetos, participam de atividades práticas, utilizam laboratórios modernos e trabalham com desafios semelhantes aos encontrados nas empresas”, diz.
Além da apresentação dos trabalhos, a participação no Cobenge permite o intercâmbio de experiências com outras instituições de ensino e o acompanhamento das discussões sobre novas metodologias e tecnologias aplicadas à educação em Engenharia.
“O engenheiro contemporâneo precisa compreender seu papel na construção de soluções para desafios globais. As engenharias têm papel decisivo no desenvolvimento sustentável, na infraestrutura das cidades, na transição energética, na indústria, na mobilidade e na qualidade de vida da população”, afirma Garcia.
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