A técnica em enfermagem Ieda Caldeira (MDB) é uma das candidatas a deputada federal com base no ABC. Com sua história em Diadema, sua terra natal, a emedebista está em sua segunda campanha eleitoral. Ao RDtv desta terça-feira (25/08), Ieda defendeu o aumento de investimentos na Saúde da Mulher e no auxílio para mães atípicas. “Eu não queria mais ser apenas uma espectadora dos problemas.”.
Candidata a vereadora em 2024 e integrante da Secretaria de Saúde de Diadema por um ano e meio, Ieda aposta nessa área como uma de suas principais bandeiras, principalmente visando o público feminino e suas necessidades. Entre as suas referências está o atendimento feito no SIM (Saúde Integrado da Mulher), localizado no Viva + Diadema (antigo Quarteirão da Saúde).

“É um ambiente totalmente voltado para a mulher, toda rosa e não só um ambiente acolhedor. Mas é um ambiente que funciona, que tem excelentes profissionais e tem equipamentos também, aparelhos que a gente consegue usar na saúde da mulher.”, diz a candidata.
Sobre as mães atípicas, a candidata defende um investimento em locais para o acolhimento, principalmente no período em que o filho ou filha esteja passando por algum tipo de acompanhamento especializado.
“O meu desejo é que nós tenhamos uma casa de apoio. Que nós tenhamos apoio para essas mulheres que deixam de existir, deixam toda a vida dela. Se ela estuda, ela para estudar, se ela trabalha, ela para de trabalhar, porque são crianças que demandam cuidados 24 horas por dia. Eu vou compartilhar com vocês aqui um caso que chegou para mim sábado, que eu acho que fica melhor para vocês entenderem.”, inicia.
“Chegou uma mãe para mim com a seguinte situação. É uma mulher de 32 anos, divorciada, ela perdeu a mãe dela há um ano, ela tem um filho de 16 anos que está em depressão por conta da perda da mãe, tem um filho de 6 anos que foi recentemente diagnosticado, está dentro do espectro autista suporte 2, e tem um outro filho de 2 anos e meio que também está investigando possível autismo. E ela falou para mim assim, eu não sei o que fazer. Eu não sei para onde ir, eu não sei o que procurar. Ela faz acompanhamento na UBS, já tem alguns encaminhamentos, porém com tantas dificuldades ela está meio perdida.”, segue.
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