
O ex-zagueiro Luisão, que disputou as Copas de 2006 e 2010 com a seleção brasileira, analisou o triunfo de virada por 2 a 1 sobre o Japão, nesta segunda-feira (29/6), que colocou o time de Carlo Ancelotti nas oitavas de final da Copa do Mundo.
Luisão elogiou as mexidas feitas pelo treinador italiano, já que o Brasil foi para o intervalo perdendo por 1 a 0. Além disso, destacou a nova postura da equipe para a etapa complementar.
“O que determinou a virada foi o potencial que a gente tem no banco. A troca que o Ancelotti fez no intervalo fez com que o Brasil voltasse com aquela intensidade que a gente queria que o Brasil jogasse”, disse Luisão durante a live “Seleção Estadão” desta terça-feira (30/6).
“No primeiro tempo, o Brasil não foi objetivo. Teve uma posse de bola, mas não foi objetivo. O Japão fez uma linha de seis. O Matheus Cunha não conseguiu jogar entre linhas”, opinou.
Luisão ainda citou a raça do time brasileiro no segundo tempo, enfatizando que os comandados de Carlo Ancelotti não deram chances para os japoneses após o intervalo.
“Outra coisa interessante é que o Brasil ganhou os duelos, principalmente na segunda parte. A volta do Brasil foi muito forte. O Japão não estava esperando essa intensidade. O Brasil conseguiu empurrar o Japão para sua área (…) Foi determinante a intensidade e o entendimento de uma Copa do Mundo, que é todo mundo se doar ao máximo”, encerrou.
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