“Ninguém quer recorrer à greve”, diz presidente do Construmob

O presidente do Construmob (Sindicato dos Trabalhadores da Construção e do Mobiliário de Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra), Luiz Carlos Biazi, o Luizinho.

O presidente do Construmob (Sindicato dos Trabalhadores da Construção e do Mobiliário de Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra), Luiz Carlos Biazi, o Luizinho, afirma que a greve é o último recurso na negociação com os patrões. “Hoje a relação entre patrão e trabalhador está diferente. É mais madura”, disse.

O Construmob representa nove ramos diferentes, o que totaliza uma base de 20 mil trabalhadores na região. A fala do dirigente ganha mais peso pelo fato de o sindicato passar, ao longo de 12 meses, negociando nove campanhas salariais diferenciadas. “Agora estamos na última que é a do setor moveleiro”, lembra.

Além de focar o trabalhador com a defesa de melhores condições de trabalho e segurança aos trabalhadores, o sindicato tem atuado em causas sociais e também na formação dos trabalhadores. Em parceria com o Sinduscon e com o Sesi, a entidade oferece gratuitamente curso de alfabetização ou aprimoramento educacional. São encontros que ocorrem três vezes por semana quando tem turma formada.

Saúde

Nesta sexta (18) o sindicato recebeu a visita do deputado estadual Luiz Cláudio Marcolino (PT), que falou sobre o projeto de Lei aprovado na Assembleia Legislativa e sancionado pelo governador Geraldo Alckmin que prevê a redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais sem a redução salarial para 22 mil servidores estaduais da saúde. 

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