Rejeição do PT é grande e eu sou o novo, afirma pré-candidato Pretinho

Após um mandato como vereador (inclusive é o atual presidente da Câmara) Revelino Teixeira de Almeida, o Pretinho (DEM) agora tenta um crescimento meteórico em Diadema com sua pré-candidatura a prefeito. Apoiado pelo atual governo diademense, o democrata afirmou nesta sexta-feira (18/9) ao RDtv que apesar de ser um postulante para dar continuidade ao atual modelo de gestão da cidade, se apresenta como o novo e que considera que o PT tem uma alta rejeição no município.

DEM nunca elegeu prefeito em Diadema e tenta emplacar o primeiro no ABC (Foto: Reprodução)

Até o início de março, Pretinho não estava cotado para ser o cabeça de chapa e já avisava que não tentaria a reeleição no Legislativo. Porém uma mudança nos planos da base do governo que ficou sem o nome do deputado estadual Márcio da Farmácia (Podemos) por questões de saúde acabou colocando o democrata na disputa.

“O Márcio era o candidato do governo, o candidato que estava sendo preparado para que ele fosse o nosso sucessor e por motivos de saúde, nós respeitamos essa opinião, mas ele está conosco. Ter virado o candidato do governo é um motivo de muito orgulho. É um grupo vencedor, que está fazendo muito pela cidade, até porque eu sou o novo. A rejeição ao PT é grande, alguém precisa continuar esse trabalho e eu fui o escolhido para representar esse grupo”, explicou.

Questionado sobre a possibilidade de uma polarização de seu nome com o do ex-prefeito José de Filippi Jr. (PT), Pretinho resolveu relatar que respeita todas as outras 12 pré-candidaturas colocadas e que trabalhará para ter o seu nome no segundo turno.

Na lista de 13 pré-candidatos em Diadema, alguns são ex-integrantes do grupo de Lauro Michels (PV), entre eles, o também vereador Marcos Michels (PSB), primo do atual prefeito), e que resolveu sair de forma independente, apesar de tentar colocar para si uma imagem de prosseguimento da atual gestão.

Para Pretinho, apesar do trabalho que tentou fazer internamente para uma união do grupo, prefere respeitar a decisão dos adversários, apesar de salientar que é o único que conta oficialmente com a “benção” de Michels e dos principais partidos da base aliada.

Além do apoio interno, o democrata lembra que também contará com apoio do DEM no Governo do Estado através do vice-governador Rodrigo Garcia. “Tenho a única candidatura que tem relação com o Governo do Estado e o Governo Federal, e vamos precisar muito de ajuda deles por causa da pandemia, então considero que isso vai nos dar também muita força na futura campanha”, concluiu.

Com reuniões marcadas até o dia 12 de outubro e após conversar com cerca de 3 mil pessoas ao longo das últimas semanas, o pré-candidato governista considera que duas áreas serão os principais temas dos futuros debates eleitorais, Saúde e Segurança Pública.

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