Juros longos tem alta discreta e mais curtos, viés de baixa

Os juros futuros longos e intermediários operam em leve alta e os curtos rondam a estabilidade, com viés de baixa, mostrando impacto limitado do estresse no exterior por causa do coronavírus nos últimos dois dias, quando não houve negócios no Brasil.

Nos mais curtos, prevalece a percepção de riscos de desaceleração da economia, segundo analistas. O efeito dos ruídos políticos internos também parece ser limitado.

Às 13h08, a taxa do depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 estava em 4,165%, na mínima, de 4,185% no ajuste de sexta-feira.

O DI para janeiro de 2022 estava em 4,66%, na mínima, de 4,68% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2023 marcava 5,27%, na mínima, de 5,26%, enquanto o vencimento para janeiro de 2025 exibia 6,10%, de 6,06% no ajuste de sexta-feira.

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