FGV: IPC-S sobe 0,26% na 2ª quadrissemana de agosto após 0,32% na anterior

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) subiu 0,26% na segunda quadrissemana de agosto, desacelerando o ritmo de alta em relação à leitura anterior (0,32%), informou a Fundação Getulio Vargas nesta sexta-feira, 16.

Dentre os oito grupos que compõem o indicador, quatro tiveram alívio no período, com destaque para Alimentação (0,37% para 0,14%), sendo que a FGV destacou o comportamento do item hortaliças e legumes (-1,33% para -4,80%).

Também arrefeceram no período os grupos Habitação (1,05% para 0,93%), por influência de tarifa de eletricidade residencial (5,47% para 4,57%); Educação, Leitura e Recreação (-0,17% para -0,33%), com contribuição de passagem aérea (-10,32% para -13,41%); e Despesas Diversas (0,27% para 0,20%), beneficiado por alimentos para animais domésticos (1,53% para 0,37%).

Em contrapartida, tiveram aceleração no ritmo de alta entre a primeira e a segunda quadrissemana de agosto os grupos Transportes (-0,41% para -0,23%), com destaque para gasolina (-1,70% para -1,08%); Vestuário (-0,24% para -0,05%), influenciado por acessórios do vestuário (0,13% para 0,93%); e Comunicação (0,09% para 0,16%) devido ao aumento de tarifa de telefone residencial (0,38% para 0,76%).

O grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu a taxa de 0,37% da apuração anterior. No sentido ascendente, a FGV destacou os serviços de cuidados pessoais (0,29% para 0,35%), e, no sentido contrário, os medicamentos em geral (0,19% para 0,12%).

Influências individuais

Dentre os itens que mais contribuíram para o alívio do IPC-S da primeira para a segunda apuração de agosto, a FGV citou tomate (-10,70% para -14,10%), batata inglesa (-9,87% para -13,54%), cenoura (-5,28% para -9,75%), além de passagem aérea e gasolina.

Por outro lado, as principais influências de alta foram mamão papaia (apesar da desaceleração de 30,97% para 23,90%), cebola (mesmo com o alívio de 28,44% para 20,23%), plano e seguro de saúde (ainda que tenha arrefecido de 0,62% para 0,60%), condomínio residencial (apesar da taxa mais baixa, de 1,30% para 0,98%), além de energia elétrica.

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