Rio Grande vive 2017 com polêmicas e barreiras para obras

Câmara impediu impeachment de Maranhão (Foto: Banco de Dados)

Única cidade da região que conseguiu verbas do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) Mobilidade Urbana, Rio Grande da Serra viveu um 2017 de investimentos de um lado e de polêmicas em outros. O prefeito Gabriel Maranhão (PSDB) acabou sofrendo um revés no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) e chegou a ter contra si um pedido de impeachment.

O município passou por obras de pavimentação como a da avenida José Bello e também de duas vielas na Vila Lopes. Houve o início da limpeza do córrego Fumagalli. Também foi assinado um acordo com o Governo do Estado, por meio do Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento para 2ª fase da construção do Parque Ecológico. O valor disponível é de R$ 1,257 milhão.

Outro anúncio que chamou a atenção é o projeto de revitalização da estação de trem do município. Segunda mais antiga do Estado, o local passará por revitalização e reforma, com adequação para a melhora de sua acessibilidade. Além disso, a construção de uma nova estação. O Executivo Municipal quer utilizar essa situação para fomentar a área de turismo.

Apesar das pautas positivas, o município viveu algumas polêmicas neste ano. Uma está em torno da obra do Parque Linear que sofreu com a falta de autorização da Cetesb e também com as famílias que estavam em um terreno público no final da avenida José Bello. Um acordo foi feito para que as mesmas recebessem o bolsa aluguel.

As demais polêmicas foram diretamente com o prefeito Gabriel Maranhão (PSDB). Em junho, cerca de 30 pessoas entraram com um pedido de impeachment contra o chefe do Executivo. Foram feitas três denúncias: irregularidades em próprios públicos; deficiências na área da Saúde; e problemas com a Lei de Transparência. Apesar das acusações, a Câmara manteve o tucano no cargo.

Enquanto isso, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) rejeitou o recurso de Maranhão em relação ao parecer negativo das contas da Prefeitura em relação ao ano de 2014. Apesar do posicionamento da Corte de Contas, o julgamento das contas será realizado pela Câmara, onde o líder do Paço tem maioria.

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