Pequiven vai criar 6 complexos petroquímicos até 2021

A estatal venezuelana Pequiven criará seis complexos petroquímicos até 2021, sendo três deles levantados nos próximos seis anos, segundo afirmou hoje o diretor Comercial da empresa, Francisco Toro. De acordo com ele, a Pequiven investirá até US$ 20 bilhões por ano no projeto, dedicado ao aumento da produção e que faz parte da “Revolução Petroquímica” já anunciada pelo presidente Hugo Chávez. Ele também informou que a Venezuela busca capital para a indústria de conversão energética, dentro e fora do país.

Toro disse que até 2013 serão criados os complexos de Paranaguá (no Estado de Falcon), Puerto de Nutrias (em Barinas) e Navay, este último dedicado à exploração de fósforo, localizado na região andina do Estado de Táchira. O objetivo do governo venezuelano, com a construção desses três novos complexos, é desenvolver áreas próximas ao rio Orinoco.

Entre 2014 e 2021, a Pequiven planeja criar um novo complexo, chamado Cabruta, no Estado de Guárico; outro denominado Guiria, em Sucre; e o sexto batizado de Barrancas, em Monagas.

Atualmente, a Pequiven possui três complexos petroquímicos: Ana Maria Campos (em Zulia, oeste da Venezuela), Morón, (em Carabobo, parte central do país) e José Antonio Anzoátegui (em Anzoátegui, leste). A companhia fatura US$ 1,2 bilhão por ano e pretende, até 2012, se transformar na maior produtora de plásticos da América Latina. Para isso, terá de multiplicar suas vendas por dez neste período.

O diretor da estatal de petróleo da Venezuela participou hoje da Feira Internacional das Indústrias de Plástico e Borracha em Düsseldorf, na Alemanha. As informações foram divulgadas pelos jornais venezuelanos El Universal e El Nacional.

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