Palavras que podem causar danos à comunicação

5/03/10

            Talvez eu já tenha abordado o assunto, mas vou retomá-lo rapidamente, porque, durante uma palestra, meus ouvidos supersensíveis captaram a expressão em desacordo com a gramática.

            A palestrante disse algo assim: “Este modelo foi planejado para ir de encontro às necessidades dos professores”.

            Existe diferença entre as expressões “ao encontro de” e “de encontro a”.

A primeira indica situação favorável, conformidade de ideias, atender, satisfazer.

Era, pois, a expressão que deveria ter sido empregada: “Este modelo foi planejado para ir ao encontro das necessidades dos professores”.
            De encontro a traz a ideia de contrariedade, oposição, choque, confronto: “Seu pedido vai de encontro aos meus princípios éticos”.

 

            Outras expressões, caso sejam empregadas em sentido diferente ao pretendido, podem causar danos à nossa comunicação. Eis algumas delas:

 

            Acostumar. É habituar, é fazer (alguém) adquirir um costume ou hábito: Ele acostumou mal os netos.

            Costumar. É ter por hábito ou costume: Costumo dormir tarde todos os santos dias.

 

            Acurado. Feito com muito cuidado; esmerado: O juiz fez ontem um acurado interrogatório.

            Apurado. É refinado, primoroso: Minha mulher tem gosto apurado.

 

            Desapercebido. É desprevenido: As enchentes pegaram a população desapercebida.

            Despercebido. Diz-se de tudo que não foi percebido ou não notado: Aquela menina da universidade passou despercebida do povo, porque estava usando roupa.

           

            Até mais. Muita luz a você!!

ALPHARRABIO - 18 ANOS

18/02/10

ALPHARRABIO LIVRARIA E EDITORA
Rua Eduardo Monteiro, 151 – Fone 4438-4358, Fax 4992-5225 – Santo André
e-mail: alpharrabio@alpharrabio.com.br
www.alpharrabio.com.br - http://blog.alpharrabio.com.br/
 
ALPHARRABIO – 18 ANOS
MUITO MAIS QUE UMA LIVRARIA
 
 
No próximo dia 22 de fevereiro, às 19h00 horas, a Livraria Alpharrabio, em Santo André, celebra os seus 18 anos com uma festa que congrega artistas, intelectuais, amigos e clientes.
 
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO
 
F E V E R E I R O
 
22.02.10, segunda-feira, 19h00
– Abertura da exposição “ERRANTES”,  de Eduardo Nunes
 
– Jam session com os músicos Fernando Cavallieri, Adolar Marin, Zé Terra e Renê França, Zé Campelo, Rogério Amorim, Denise Coelho e quem mais chegar.
Intervenção poética do ator Carlos Lotto
 
25.02, quinta-feira – das 18h00 às 21h00
– Lançamento do livro “Vagamundo” de Zhô Bertholini
 
M A R Ç O
 
03.03.210 – Sessão Solene na Câmara Municipal de Santo André, em comemoração aos 18 anos da Livraria. Aberta ao público
 
06.03, sábado, 10h30
– Reabertura do projeto Construindo Leitores – Nesta apresentação especial haverá contação de histórias pela professora e artista visual Suca Moraes e muita diversão, para crianças a partir de 7 anos. Colaboram a poeta Penélope Martins e a artista visual Cristina Suzuki
 
Reabertura das atividades do Cineclube Alpharrabio. Tema do mês de março: Mulher no Cinema - Marlene Dietrich
 
10 .03, quarta-feira – 15h00
– O Anjo Azul  - Direção: Josef von Sternberg
 
15.03, segunda-feira, 18h30
– Conversa de livraria, com o fotógrafo Pedro Martinelli, seguida de autógrafos de seus  livros “Mulheres da Amazonia” e “Gente x Mato”, fotografias, ambos publicados pela editora Jaraqui.
 
17. 03, quarta-feira, 15h00 Cineclube
 – Pavor nos Bastidores, direção de Alfred Hitchcock
 
31.03, quarta-feira, 19h00
– Encerramento da programação de aniversário com o lançamento da coleção de postais artísticos (18 postais) assinados por Constança Lucas, Fátima Roque, Carlos Ribeiro, Cristina Suzuki; Eduardo Nunes, Carlos Lotto, Hugo Gallet, Rafael Lucena, Júlio César, Mai Fujimoto, Milton Mota, Odirlei (Sapo - Ducontra), Penélope Martins; Roberto Lenhart; Rubens Pontes; Saulo di Tarso; Suca Moraes; Zeca del Bueno. Coleção sob a coordenação de Cristina Suzuki.

Você sabe usar os porquês?

12/02/10

Na coluna de hoje, vamos abordar o uso dos porquês.

Por que – é usado:

o nas perguntas: Por que não lê mais?
o quando estiverem expressas ou subentendidas as palavras razão e motivo: Não sei por que motivo ele não lê mais. / Eis por que (razão) ela não gosta de você.
o quando puder ser substituído por para que ou pelo qual, pela qual, pelos quais e pelas quais: Luto por que (para que) haja maior justiça social. / Este é o caminho por que (pelo qual) ela se mandou.

Por quê – é usado:

o no final de frases interrogativas: Você não gosta de ler. Por quê?
o antes de ponto final: Você está triste sem saber por quê.
o antes de vírgula: Ele não contou por quê, mas descobriram.

Porque – é usado:

o quando equivale a pois, uma vez que, pelo fato ou motivo de que: A palestra foi adiada porque o convidado foi sequestrado. / Não viajarei com você porque tenho medo de avião.

Porquê – é usado:

1) quando, como substantivo, substitui as palavras motivo, causa, razão, pergunta: Havia muitos porquês para poucas respostas. / Não sei o porquê de ela ter feito aquilo comigo. / Agora você aprendeu a usar os porquês.

Durante o carnaval, ficarei sozinho com um livro

5/02/10

 

 Na universidade, durante a festa do amigo secreto no ano passado, quando o professor Tadeu disse que, no Ano Novo, iria publicar mais um livro infanto-juvenil, muitos colegas não tiveram o bom senso de esconder o mal-estar diante de sua bem sucedida carreira de escritor.

 

           

            Na situação hipotética acima (apesar de, no espaço acadêmico, existirem professores que, embora não escrevam nem publiquem uma linha sequer, gozam, não se sabe como, de prestígio), o redator comeu bola na grafia de algumas palavras. Principalmente, quando se trata de escrever dentro das novas regras ortográficas, a preocupação deverá ser redobrada.

 

            Vamos escrever de novo o texto acima dentro das novas regras de nossa ortografia, que, quer queiramos ou não, vão fazer parte de nosso cotidiano em 2012:

 

 

Na universidade, durante a festa do amigo-secreto no ano passado, quando o professor Tadeu disse que, no ano-novo, iria publicar mais um livro infantojuvenil, muitos colegas não tiveram o bom-senso de esconder o mal-estar diante de sua bem-sucedida carreira de escritor.

 

 

            O que mudou em relação às novas regras foi a grafia de apenas duas palavras: bom-senso (antes se escrevia bom senso) e infantojuvenil (antes era com hífen). Com relação às outras palavras, mesmo antes da reforma, escreviam-se como as vemos. A grafia de ano-novo é, ao contrário do que se vê por aí, em letra minúscula.

 

            Ah, em fevereiro, muita gente vai pular Carnaval. Pois bem, o pessoal deveria é ficar lendo um livro de gramática. Até para aprender que carnaval se escreve com letra minúscula.

 

            Se bem que… Até os grandes jornais não conhecem esse aspecto ortográfico…

 

Então, durante o carnaval… aliás, não estarei sozinho, pois quem está com um livro jamais fica só, jamais permanece a mesma pessoa.

 

Círculo de Leitura na Livraria Cortez

2/02/10

Trocando ideias

PublishNews - 29/01/2010 - Por Redação

Sob coordenação da Doutora em Linguística e Semiótica (USP), Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC/SP) e Especialista em Literatura (PUC/SP), Mônica Éboli de Nigris, a Livraria Cortez (Rua Bartira, 317 – Perdizes. São Paulo/SP. Tel.: 11 3873-7111) promove mensalmente, sempre no primeiro sábado de cada mês, o “Círculo de Leitura”. A próxima edição será no dia 6 de fevereiro, a partir das 14h15, com entrada franca. Durante o encontro, os participantes têm a oportunidade de comentar, sugerir e trocar ideias sobre as mais diversas obras literárias, com a liberdade de escolher o livro de sua preferência. “No Círculo, as pessoas ficam livres para escolher seus próprios temas e para falar o que acham do livro. Isso não acontece frequentemente nas escolas e se tornou um problema muito comum no ensino médio que precisaria ser mudado”, observa Mônica. Outras informações sobre o evento através do e-mail eventos@livrariacortez.com.br.

A ética como substantivo concreto: dois pontos em análise

19/01/10

          Este texto tem por objetivo abordar o comportamento ético de professores que têm sob sua tutela alunos que serão futuramente profissionais da área educacional ou de outras áreas, mas que, de um modo ou de outro, não poderão prescindir da ética.

                       

            1 – Nada há de mais omisso do que um professor omitindo dados e informações no sentido de obstruir o acesso à construção do conhecimento, com receio da própria competição futura representada pelos alunos e colegas ou mesmo puro fruto da sua pequenez.

            Diante da ameaça de um aluno bem informado, o professor omisso manipula dados e informações a bel-prazer no sentido sempre de desviar o aluno do acesso direto às fontes, criando permanente dependência e desestimulando inteiramente a autonomia da construção do conhecimento.

            A tática é a dos velhacos que paternalmente mantêm a ignorância sob controle. Em outras palavras, o professor procura desviar os alunos da autossuficiência na busca dos dados e informações necessárias ao processo do aprendizado permanente, fazendo com que os seus alunos tenham sempre que lhe recorrer, tornando-os cativos de um conhecimento manipulado com o implícito sentido de não representar futura ameaça alguma à sua posição de professor “sabichão”.

            Existem alguns casos de professores em sala de aula que, diante de uma pergunta que poderia demandar um pleno esclarecimento para todos sobre a questão, manipulam inteiramente a discussão no sentido de desviar o foco para outras possibilidades descabidas, deixando o aluno à mercê de suas dúvidas, confundindo-o ainda mais, mas com o artifício criminoso de ter explicado algo satisfatório, enganando aquela mente sedenta de conhecimento.

            Diante de tal quadro, esse professor aniquila a possibilidade de autonomia do aluno em busca da construção do conhecimento, o que lhe é plenamente desejável diante da psicose de competição futura que o aluno possa representar para si. Tal atitude, não raro, se dissemina para a própria turma, na qual o aluno omite dados e informações dos colegas, temendo também a competição, verdadeira fobia cultivada na sala de aula.

            O resultado é o desestímulo da atitude cooperativa da construção do conhecimento como um bem coletivo.

            O desejável e o correto é cultivar o espírito permanente de parceria para construção do conhecimento na lida cotidiana com os dados e as informações que nos chegam à sala de aula e fora desta.

 

            2 – Nada há de mais deplorável do que um professor fingindo conhecimento que não possui.

            Diante de tal falácia, alunos ficam inteiramente à mercê da mentira em lugar de ciência e o que se produz é o desconhecimento e a mediocridade.

            A tática é o uso obsessivo de apostilas, apontamentos, transparências, seminários, data show, questionários e outras formas de ocultação da incompetência e risco de exposição teórica diante dos alunos.

            Existem casos até em que alunos mais ousados, percebendo tal manobra por parte do professor, sorrateiramente subtraem seus apontamentos antes do início da aula, causando verdadeiro embaraço para o “mestre”, que desconversa e muda inteiramente o rumo da aula no sentido de criar um ponto de fuga capaz de dissimular a sua incapacidade para uma aula sem recorrer às “colinhas professorais”.

            Assim, o próximo passo é inaugurar em sala de aula e no ambiente escolar a prática do fingimento.

            O resultado dispensa comentários.

            O desejável e o correto é procurar estudar sempre, porque ninguém estuda mais do que o professor: permanente aluno.           

Sérgio Simka e Ítalo Meneghetti são professores mestres do curso de letras das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP).

Este artigo é para “mim” ler?

1/12/09

Este artigo é para eu (ou para mim) ler?
 

 

 

 

            De cada 10 pessoas, 11 costumam dizer: Este artigo é para MIM ler? O pessoal usa a estrutura “para mim” em tudo que é lugar, é um festival de para mim ir, para mim fazer, para mim entrar no Orkut, para mim escrever no MSN, para mim assistir TV, etc. Um “para mim estudar” até que salvaria a pátria, mas mesmo assim o pessoal prefere dizer “para mim sair”.

            Observe: “A véia falô pra mim ir no supermercado comprá duzentas gramas de mortandela, mano!”

            É… O desrespeito com a língua começa antes, em casa: “véia” é a vovozinha, seu moleque do c… E a frase está salpicada de erros: oito ao todo. O bródi deveria ter se expressado: “A velha falou para eu ir ao supermercado comprar duzentos gramas de mortadela, mano!”

            Por que então está errado? No português-padrão, a língua que a sociedade e o vestibular vão cobrar de pessoas escolarizadas, deve se dizer “para eu” antes de um verbo: Este artigo é para eu ler? Quem vai exercer a ação de ler só pode ser o pronome “eu”; o “mim” apenas recebe a ação, como em: Esta revista é para mim/Este presente não é para mim?

            A maneira de escrever e principalmente de falar de alguém revela muito do que a pessoa é. Então, muito cuidado antes de abrir a boca e de pôr as idéias no papel.

Coordenador do curso de Letras da FIRP lança novo livro

11/11/09

Coordenador do curso de Letras lança novo livro 

O professor SÉRGIO SIMKA, coordenador do curso de Letras das Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP), e professor da Universidade do Grande ABC (UniABC), acaba de lançar seu mais novo livro pela editora Ciência Moderna, do Rio de Janeiro, que se encontra à venda em todas as livrarias do País, em especial na Livraria Cultura (www.livrariacultura.com.br) e diretamente na editora: www.lcm.com.br.

Nossos lindos campos têm mais flores

14/10/09

  

             Ler jornais é tomar ciência ao mesmo tempo do que ocorre em nosso cotidiano e dos erros de português que os redatores deixam escapar. Acontece com as melhores famílias. Veja abaixo o deslize:

 

            “Há dois anos do lançamento, obras estão a todo vapor.”

 

            O fato é que, ao ler a reportagem, sabemos que o lançamento está previsto para 2011, portanto o tempo é futuro, daí deveria ser usado, em lugar de “há”, a preposição “a”, pois esta indica tempo que ainda não transcorreu.  , por sua vez, indica tempo decorrido, tempo passado.

 

            Corrija-se para: “A dois anos do lançamento, obras estão a todo vapor.”

 

            Outro erro: o verbo tem, no plural, não perdeu o acento, mesmo com as novas regras ortográficas. Assim, os versos do nosso Hino Nacional “Teus risonhos lindos campos têm mais flores” e “Nossos bosques têm mais vida” devem apresentar a forma verbal “tem” com o seu competente acento: têm.

 

            Acontece que uma prefeitura da região divulgou 5.000 exemplares do Hino com o verbo “tem” no plural sem o devido acento, num evento para comemorar 7 de Setembro. Um vexame linguístico.

 

            Texto escrito deve obedecer às regras de nossa gramática. E um bom livro de gramática é sempre esclarecedor.

 

            Sugestão de leitura: “Português não é um bicho-de-sete-cabeças”, publicado pela editora Ciência Moderna, à venda nas livrarias.

Palestras de outubro da Casa da Palavra

30/09/09

 

 

3/10 (sábado, das 9h às 12h) 
 Palestra: Como apresentar originais infanto-juvenis ao editor


 Amir Piedade (Editora Cortez)


 Muitos autores têm boas idéias, mas não sabem como redigir um texto de forma clara e objetiva. No caso dos ilustradores, a maioria não consegue fazer uma união harmoniosa entre o texto e a imagem.
Outro problema mais comum aos autores novos é a falta de “maturação” do texto. Muitos escrevem rápido, não fazem nenhuma revisão e enviam imediatamente às editoras. O que faz, muitas vezes, o texto ser descartado logo no início sem passar pelo processo de análise.
Esta oficina tem como objetivo orientar os novos autores sobre como trabalhar e apresentar bem um texto e, para os ilustradores, como fazer um trabalho delicado e perfeitamente integrado ao texto.
 

 

 

Dias 8, 22 e 29/10; 5, 12, 19 e 26/11; 3, 10 e 17/12


 (às quintas-feiras, das 19h às 21h) 


 Oficina: Oficina de Leitura e Produção de Textos em Literatura Infantil


 Elvair Grossi
 

A oficina vem preencher uma lacuna na formação do profissional de educação, ao mesmo tempo tornar-se uma possibilidade de desenvolver práticas de leituras, análises e produção de texto.
O objetivo é mobilizar, de maneira teórica e prática, categorias, noções e conceitos advindos das diferentes correntes teóricas da literatura infantil e da linguagem, de modo a promover uma reflexão crítica sobre novas modalidades de abordar o fenômeno literário na construção de sujeitos leitores da literatura, direcionando a produção de textos infantis.
 

 

13/10 (terça-feira, das 9h às 11h)


 Palestra: Incentivo à leitura por meio do uso de imagens nas séries iniciais


 Obs.: A palestra será realizada no Centro de Formação de Professores Clarice Lispector (Rua Tirol, 5, Vila Matarazzo)


 Fernando Vilela e Stella Barbieri


 Uma das várias formas de proporcionar o aprendizado a uma criança é facilitar a ela o prazer da descoberta da leitura. É por meio da leitura que todo indivíduo pode freqüentar dois mundos, o real e o imaginário.
Ler, hoje, não se restringe ao código escrito daqueles objetos com capa e folhas de papel. Ler, no século 21, na era tecnológica, deve ser compreendido no sentido de ler o mundo, com suas múltiplas linguagens e imagens.

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A Casa da Palavra é um espaço público dedicado a uma programação de cunho cultural, localizada na Praça do Carmo, 171- Centro – Santo André - SP.
O seu trabalho de difusão e de formação é voltado ao atendimento dos apreciadores e produtores da literatura, pesquisadores, pensadores, estudantes, enfim aos mais diversos amantes da palavra e suas vertentes.
Ela abriga em seu espaço a Escola Livre de Literatura (ELL), que se destina à formação e difusão da Arte da Literatura em seus diversos meios.
Venha conhecer a Casa da Palavra e a Escola Livre de Literatura, estamos abertos a novas idéias!
Este espaço é um equipamento da Secretaria de Cultura Esportes e Lazer da Prefeitura Municipal de Santo André
Contatos:
Cassiano Ricardo Tirapani (coordenador da Casa da Palavra):
crtirapani@gmail.com
Dayse von Ancken Salgado (coordenadora da ELL)
dayse.salgado@gmail.com
Telefone: 4992-7218 (Sérgio ou Suely)
Visite também o nosso blog: http://casadapalavrasa.blogspot.com/
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